O primeiro restaurador e condicionador de solo baseado na pesquisa da Terra Preta dos Povos Indígenas, que mantém sua fertilidade há 2.000 anos no clima tropical.
A Terra Preta dos Povos Indígenas ou Solos Negros Antropogênicos ao longo dos rios amazônicos, que vem sendo pesquisados nos últimos vinte anos, apontam para uma possibilidade de sequestro de CO2 a longo prazo. Eles contêm em média 250 t/ha de carbono orgânico (o que corresponde a 900 t CO2) e 50 t/ha de carvão vegetal (Prof. Dr. Bruno Glaser). Isso é três vezes mais carbono, ou setenta vezes mais carvão do que nos solos circundantes.
Se aumentarmos a quantidade de carbono orgânico contido em todo o solo cultivado no mundo em 0,4% (4 por mil), isso corresponderia à emissão global de dióxido de carbono de um ano inteiro. Veja a iniciativa internacional “4 por 1000” da Conferência do Clima de Paris 2015: www.4p1000.org .
À medida que as plantas crescem, o dióxido de carbono no ar é ligado à matéria orgânica. A planta consiste em 95 a 98% de compostos de carbono. Normalmente, a maior parte desse carbono é devolvida à atmosfera durante a decomposição, como na combustão. O carbono orgânico no solo (a fração de húmus) é criado por microrganismos que vivem da decomposição das raízes e da cobertura biológica do solo.
Na Terra Carbono, a matéria vegetal é carbonizada, inoculada com microrganismos e incorporada ao solo, o que significa que o carbono permanece preso no solo por muito tempo e representa um estoque permanente de carbono (um sumidouro de C). A estrutura porosa do pó de carvão cria condições ideais de vida para os microrganismos e armazena água, o que leva à formação de húmus. Isso resulta na alta estabilidade de sua fertilidade em um ambiente tropical onde os processos de decomposição e lixiviação são rápidos.
A Terra Carbono é no Brasil o primeiro restaurador e condicionador de solo ou substrato baseado na pesquisa da Terra Preta dos Povos Indígenas, que mantém sua fertilidade há 2.000 anos no clima tropical.
É um substrato multifuncional, com intensa atividade biológica e um alto teor de carbono orgânico. Sua principal matéria prima é o biochar. Incorporada ao solo, é um sumidouro de Carbono, gera condições ideais para os microrganismos, armazena água, o que leva à formação de húmus.
ODS 2 – Fome Zero e Agricultura Sustentável
ODS 13 – Ação Contra a Mudança Global do Clima
ODS 15 – Vida Terrestre
No clima tropical os adubos e substratos se decompõem rapidamente e precisam de reposições permanentes. Ainda não existem adubos, substratos e condicionadores de solo de longa fertilidade inspirados na Terra Preta Indígena que mantém sua fertilidade há 2.000 anos
Resulta de práticas inadequadas e falta de cobertura vegetal. Impede a penetração de raízes e o fluxo de água.
Naturalmente elevada em solos tropicais, exacerbada pelo uso de fertilizantes químicos que alteram o pH.
Decomposição rápida devido ao clima quente e úmido, sem reposição adequada dos resíduos de colheita.
As chuvas intensas transportam rapidamente os nutrientes para fora da zona radicular, exigindo reposições constantes.
Baixo teor de carbono pela agricultura convencional, reduzindo a vitalidade e a capacidade produtiva do solo.
Ciclo vicioso de fertilizantes e agrotóxicos que degradam a microbiota do solo e aumentam os custos de produção.
A Terra Carbono é um restaurador de solo altamente fértil com altos teores de carbono. Ela diminui a compactação, neutraliza a acidez, aumenta o teor de matéria orgânica e proporciona fertilidade prolongada. Nossa solução transforma o carbono inorgânico do CO₂ atmosférico em carbono orgânico no solo, sequestrado em ligações estáveis para 2 a 5 mil anos
Carbono fixado no solo de forma permanente, criando um sumidouro duradouro e verificável.
Solo com melhor porosidade, aeração e capacidade de retenção de nutrientes.
Aumenta a resiliência dos cultivos em períodos de seca, reduzindo perdas hídricas.
Promove cultivos mais produtivos e resistentes aos extremos climáticos.
Por meio da produção de glomalina, fortalece a estrutura dos agregados do solo.
Dependência gradualmente reduzida, com economia crescente em cada ciclo produtivo.
Potencial geração de renda adicional via créditos de carbono certificados internacionalmente.
Resultados visíveis em poucos ciclos, com maior eficiência no uso de fertilizantes.
Cada tonelada de Terra Carbono corresponde a 0,5 tonelada de CO₂ sequestrada por séculos — uma contribuição mensurável e verificável para o combate ao aquecimento global, gerando valor ambiental e econômico.
Abra a cova ou vala de plantio um pouco mais fundo do que o usual para criar espaço para a camada de Terra Carbono.
Aplique 1 punhado de Terra Carbono (50 a 100 g) diretamente no fundo da cova. Para árvores, utilize 3 a 5 litros por cova.
Não misture nem dilua a Terra Carbono com a terra comum. Cubra com uma camada de terra comum antes do plantio.
Realize o plantio normalmente por cima da camada de terra. Regue abundantemente após o plantio.
A aplicação concentrada abaixo da raiz garante a melhor relação custo-benefício, direcionando o carbono para onde as raízes irão se desenvolver.
Distribua a Terra Carbono ao redor do caule ou tronco da planta, formando um anel.
Sempre que possível, incorpore a Terra Carbono ao solo para maior eficiência. Alternativamente, aplique na borda externa da copa.
Regue após a aplicação para ativar os microrganismos e facilitar a penetração no solo.
Embalagem ideal para produtores de pequena escala, jardins, hortas domésticas e experimentos iniciais. Perfeito para viveiristas e paisagistas.
Embalagem para produtores rurais, projetos de agrofloresta e uso profissional em escala. Melhor custo-benefício por litro para produção intensiva.
Encontre a Terra Carbono em floriculturas, centros agropecuários e empórios em Goiânia e região.
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